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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Em Macapá, a Feira do Empreendedor...
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Em Salvador, todo mundo trabalhando! Da praia, só a meresia...
Segundo dia do I Fórum Banco Central de Microfinanças, 17/11, Salvador, Bahia.
Tinha mais gente do Sebrae, mas as fotos ficaram muito fora de foco. Culpa desta fotógrafa, é claro!
Grandes bancos e cooperativas dão relevância às microfinanças no Brasil
Os grandes bancos de varejo são os responsáveis pela massificação dos serviços microfinanceiros, verificada nos últimos anos no Brasil. Por isso, ao se quantificar os recursos destinados à população de menor renda e também aos trabalhadores por conta própria como agora os que já se formalizam sob o regime de empreendedores individuais, bancos como o do Brasil, o do Nordeste, a Caixa Econômica Federal e privados como o Bradesco, entre outros, não podem ser deixados de fora, sob pena de distorção estatística. Sem essas instituições, pelo tamanho físico e populacional do Brasil, sem a qualidade da inovação na prestação de serviços que agregam ao processo de bancarização, a indústria microfinanceira do País corre o risco de continuar sendo avaliada como incipiente, apesar dos avanços já registrados.
São bancos e também, agora, as cooperativas de crédito, os responsáveis pela pulverização de volume expressivo de recursos tanto para empreendedores rurais quanto urbanos. “Como não caracterizar como integrantes importantes ativos da indústria microfinanceira programas de impactos relevantes em termos locais e nacionais como o Pronaf, de financiamento da agricultura familiar?”, indagou o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos , na abertura do I Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, que teve inicio, nesta segunda-feira (16) em Salvador (BA) e termina na quarta-feira (18).
Segundo Carlos Alberto, por mais relevante que seja a atuação dos operadores de microfinanças que atuam de forma independente ou em redes para as comunidades interioranas ou da periferia dos grandes centros, é a atuação dos bancos e cooperativas de crédito que estão dando relevância econômica à indústria financeira. Quanto mais atores no segmento, melhor para os pequenos negócios.
“Operadores de microfinança têm todo o nosso apoio, mas nosso foco, nosso objetivo final é o bom atendimento da nossa clientela. E levando-se isso em consideração, o trabalho dos grandes bancos de varejo, públicos e privados, precisa ser considerado. A realidade brasileira é diferente de outros países da América Latina. Temos aqui um sistema financeiro forte e consolidado e a indústria microfinanceira precisa crescer a partir dele e integrado a ele”, ressaltou.
O diretor disse ainda que o Sebrae tem apostado sempre em soluções de mercado quando estabelece parcerias para a ampliação dos serviços financeiros com redução de custos para micro, pequenas empresas e empreendedores individuais. E que novos e promissores nichos de atuação começarão a ser vislumbrados pelos operadores de microfinanças, em decorrência da aceleração do processo de formalização da economia, a partir das novas regras tributárias e previdenciárias previstas no dispositivo da Lei Geral que criou a figura do Empreendedor Individual, trabalhadores por conta própria com faturamento anual de até R$ 36 mil.
Publicada em 16/11/2009
Banco Central: Crise mostrou que a base de um sistema financeiro sólido está nos pequenos depósitos e empréstimos

Caros leitores, posto só agora no Blog algumas das matérias que fiz, durante o I Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, ocorrido em Salvador, de 16 a 19 deste novembro. Valem como registro, em um momento que o assunto começa a ganhar relevância na mídia a partir de estratégias implementadas por grandes bancos públicos e privados. Aí vai a primeira delas:
A crise financeira global que atingiu o Brasil com força a partir de setembro do ano passado e fez o fluxo do crédito externo secar para as grandes empresas, demonstrou que a base de um sistema financeiro sólido, forte, está nos pequenos depósitos, nos pequeno empréstimos”, afirmou o diretor do Banco Central, Antonio Gustavo do Vale, ao abrir, nesta segunda-feira (16), o I Fórum sobre Inclusão Financeira, no Fiesta Bahia, em Salvador, promovido pela instituição e pelo Sebrae.
O foco de encontros anteriores, de 2002 a 2008, promovidos pelo BC e Sebrae sobre Microfinanças, esteve na disseminação da necessidade de oferta de produtos e serviços diferenciados à população e aos empreendedores de menor renda, na esteira do processo de bancarização puxado pelos bancos públicos.
Agora, explicou Vale, o foco está na educação financeira para que empreendedores e microempresas saibam gerir os próprios negócios do ponto de vista da competitividade, da sustentabilidade. “A inclusão financeira se dará a partir dessa educação em sintonia com os objetivos de promoção do desenvolvimento local e o interesse público.” afirmou. Para a formatação das ações de educação financeira, o Banco Central anunciou, na abertura do Fórum de Salvador, a instalação de um Grupo de Trabalho permanente de Inclusão Financeira.
Para o diretor do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, que também participou da abertura do Fórum, o enfrentamento da crise financeira global mostrou que o Brasil tem fundamentos sólidos, capacidade de enfrentar adversidades externas. “Passamos a ser visto pela comunidade internacional como um país normal. Não escondemos que temos problemas. Somos um país normal cheio de problemas e o nome do jogo para resolvê-los se chama inclusão, por meio da produção, de serviços financeiros, da geração de emprego e renda”, ressaltou.
Diagnóstico
O diretor do BC, Antonio Gustavo do Vale, informou ainda que as ações que serão construídas ou já em processo de construção com parceiros públicos e privados, referentes à ampliação e fortalecimento da indústria microfinanceira, parte de diagnóstico consolidado no livro Perspectivas e Desafios para a Inclusão Financeira no Brasil; visão de diferentes atores, que será lançado ao final deste primeiro dia de trabalhos do Fórum, que prossegue até quarta-feira.
O livro trás artigo do diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. O Sebrae Nacional, a partir de decisão de sua diretoria-executiva, já implementa o Programa de Inclusão Financeira para avançar em ações direcionadas aos trabalhadores por conta própria que estão optando pela formalização, via dispositivo em vigor na Lei Geral da Micro e Pequena Empresa que criou a figura do Empreendedor Individual, aqueles com faturamento anual até R$ 36 mil.
Publicada em 16/11/2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Feira de Economia Solidária, de 10 a 13 de dezembro, em Pouso Alegre, Minas Gerais
Pouso Alegre será sede da 3ª Feira Sul Mineira de Economia Solidária. O evento acontece de 10 a 13 de dezembro no Pátio da Rodoviária de Pouso Alegre, e estará aberto ao público a partir da sexta-feira, dia 11, com início às 9h. Além da feira para comercialização dos produtos, empreendedores solidários serão capacitados, por meio de cursos e oficinas na quinta-feira. Na sexta, sábado e domingo, acontecerão oficinas de artesanatos oferecidas ao público.
O evento também disponibilizará espaços para as entidades culturais, sociais e filantrópicas de Pouso Alegre, como: APAC, APAE, São Rafael, Casa Dia, Clube do Menor, entre outras a comercializar produtos alimentícios. Outra novidade é a realização EXPO-SOLIDARIEDADE 2009, na qual será destinado um espaço para que as organizações sociais de Pouso Alegre exponham o trabalho social que realizam com objetivo de divulgar, prestar contas e captar voluntários para os seus projetos.
A Economia Solidária é um movimento que estimula a inclusão social produtiva, apoiando grupos de pessoas a gerarem renda própria. Na economia solidária não existe a relação de patrão e empregado. É uma forma de produzir, vender, comprar e trocar produtos e serviços, baseado em princípios da autogestão, cooperação, democracia, solidariedade, respeito à natureza e valorização do trabalho humano.
O Programa Estadual de Feiras de Economia Solidária, desenvolvida pelo Governo do Estado de Minas Gerais, em parceria com a Prefeitura Municipal de Pouso Alegre e o Fórum Mineiro de Economia Popular Solidária – Regional Sul. No domingo, serão reunidas, no pátio da rodoviária, as Feiras de Artesanatos que acontece na sexta e sábado na praça Senador José Bento e a Feira de Produtores Rurais que já ocorre no Pátio da Rodoviária.
A inscrição para expositores vai até o dia 27 de novembro, e pode ser realizada através do NATS – Núcleo de Apoio ao Terceiro Setor, nos telefones 35 3449-9368 e 8825-9368.
Dia 10/12/2009 – Quinta-Feira
8:00h – Credenciamento
Abertura do 4º. Encontro Sul Mineiro de Economia Solidária
9:00h – Painel – Felicidade Interna Bruta – FIB: Um indicador de desenvolvimento da Economia Solidária
11:00h – Planejamento Participativo do Fórum Sul Mineiro de Economia Solidária
12:00h às 16:00h - Oficinas de Capacitação em Empreendedorismo Solidário e Agricultura Familiar serão oferecidos.
oficinas simultaneamente de capacitação em empreendedorismo nos seguintes temas:
Plano de Negócio de Empreendimentos Solidários;
Gestão Financeira de Empreendimentos Solidários;
Comercialização Virtual de Produtos da Economia Solidária;
Como transformar um Grupo numa Equipe;
Como montar uma Incubadora de Empreendimentos Solidários no Município;
Como criar uma Lei Municipal de Apoio a Empreendimentos de Economia Solidária;
Metodologias de Formação em Economia Solidária;
Design em Artesanato;
Como Elaborar Projeto e Captar Recursos;
Como construir uma Moeda Social na sua comunidade
Como constituir um Banco Comunitário
16:00h às 22h – Montagem das Barracas
20:00h – Janta
Dia 11/12/2009 – sexta-feira
09:00h - Abertura da Feira para comercialização
12:00h - Almoço
19.00h – Cerimônia Oficial de Abertura da Feira
18:00h às 22:00h – Apresentações Culturais
Dia 12/12/2009 – sábado
9:00h às 12:00h – Feira para Comercialização
9:00h às 12:00h - Oficinas Autogestionária abertas ao público
12:00h – Almoço
14:00h 17:00h – Oficinas Autogestionária aberta ao público
18:00h as 22:00h – Feira e Apresentações Culturais
Dia 13/12/2009 – domingo
9:00h às 12:00h – Feira e Apresentações Culturais
12:00h - Almoço
14:00h às 17h – Trocas Solidárias
17:00h – Encerramento
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A semana: Câmara pode aprovar mais gastos...
A Câmara prevê a possibilidade de votar, em sessão extraordinária, a emenda do Senado ao projeto que institui a política de valorização do salário mínimo, estendendo a todos os benefícios previdenciários o mesmo aumento real, correspondente ao crescimento do PIB do segundo ano anterior. Se for aprovado, o projeto pode atingir a um contingente de cerca de 8,2 milhões de beneficiários, que recebem da Previdência mais do que um salário mínimo.
O governo chegou a fazer acordo com as centrais sindicais para conceder, nos anos de 2010 e 2011, um aumento para os benefícios superiores ao piso, equivalente a 50% do crescimento do PIB de dois anos anteriores, além de uma série de vantagens, como a redução do tempo médio de contribuição para o cálculo da aposentadoria. O impacto do aumento real, avaliado em R$ 3 bilhões, foi considerado absorvível pelo ministro da Previdência, José Pimentel.
O acordo incluía a rejeição de projetos com potencial danoso para as contas previdenciárias, como a extinção do fator previdenciário e a inclusão dos benefícios superiores ao mínimo na política de valorização do... mínimo. A resistência de entidades representativas dos aposentados, como a Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap), fez com que se mantivesse a pressão sobre a Câmara. O presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB-SP), finalmente, aceitou colocar o projeto de valorização do salário mínimo em pauta.
Para a votação vai ser necessário a desobstrução dos trabalhos, tomados por três medidas provisórias, duas delas consistindo em emendas do Senado, e a mobilização governista. Em caso de aprovação vai caber ao presidente Lula fazer valer o seu poder de veto.
A Câmara ainda trabalha com a possibilidade de votar, em primeiro turno, a proposta de criação do regime especial de pagamento de precatórios, com a perspectiva de que a matéria seja ratificada pelo Senado e incorporada à Constituição ainda este ano.
Os projetos do pré-sal começam a ser votados nas comissões especiais, sendo que três deles têm boas chances de ser logo aprovados. As maiores dificuldades residem no projeto que institui o regime de partilha da produção, no qual o relator, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), decidiu reestruturar a partilha dos royalties. A expectativa é que as matérias cheguem ao plenário da Casa em 10 de novembro.
O presidente Lula viaja nesta terça-feira para Londres, Inglaterra, e só volta a Brasília na sexta-feira. O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, passa a semana fora. Em Londres, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e a ministra-chefa da Casa Civil, Dilma Rousseff, ele participa de um seminário sobre investimentos no Brasil.
Fonte: Carlos Lopes (www.santafeideias.com.br)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Pequenas empresas criam 61% dos empregos em setembro, diz Sebrae
Entidade fez recorte de dados divulgados pelo Ministério do Trabalho.Maior parte das vagas foi criada em empresas com até 4 trabalhadores.As micro e pequenas empresas brasileiras foram responsáveis por 60,8% dos 252.617 novos postos de trabalho formais no Brasil gerados em setembro. O dado, divulgado pelo Sebrae (serviço de orientação à pequena empresa) nesta quinta-feira (15), foi extraído do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
A maior parte das novas vagas (52,4%) foi gerada por empresas que empregam até quatro trabalhadores. Neste grupo, houve contratação em todos os ramos de atividade. Entre os setores, a indústria contratou mais, seguida por serviços. Já a agropecuária registrou fechamento de postos por causa do período de entressafra em algumas regiões.
Fonte: G1